Relato de Parto Normal Humanizado de bebê com Malformação

Achei importante fazer um
pequeno relato do meu 1° parto para que entendam o quão importante foi o 2°
Raiani e Clara
Tenho uma filha de 2 anos e 5 meses, meu primeiro parto foi normal hospitalar. Minha bolsa rompeu de madrugada, e com o diagnóstico de bolsa rota tive o TP induzido após 9h de rompimento. Eu sabia que a ocitocina sintética aumentaria o ritmo e a freqüência das contrações, e era tudo que eu não queria, mas não tive escolha. Na época, infelizmente, não conhecia o trabalho da Mel (Doula) e da Eluzia (Enf. Obstetra). Mas o desejo de parir era tanto que eu queria sentir todas as dores, porque tinha convicção que elas eram minhas e de mais ninguém. Após ser levada para a sala de partos (horrorosa por sinal, RS.) recusei as instruções da enfermeira para ficar deitada naquela maca terrível, e durante as contrações a melhor posição era de quatro, RS. Recusei a epidural porque eu não queria perder a sensibilidade, queria estar no controle para sentir os puxos que indicariam a hora de fazer força. Meu GO, Dr. Manoel, sempre muito compreensivo, mesmo com as fragilidades do sistema, respeitou meus pedidos e deixou-me parir semi-deitada e não realizou a tão temida episiotomia. Meu amado esposo ficou o tempo todo ao meu lado me dando força. Graças a Deus consegui parir minha linda Clara e tive o períneo íntegro.
Raiani e Clara
Tenho uma filha de 2 anos e 5 meses, meu primeiro parto foi normal hospitalar. Minha bolsa rompeu de madrugada, e com o diagnóstico de bolsa rota tive o TP induzido após 9h de rompimento. Eu sabia que a ocitocina sintética aumentaria o ritmo e a freqüência das contrações, e era tudo que eu não queria, mas não tive escolha. Na época, infelizmente, não conhecia o trabalho da Mel (Doula) e da Eluzia (Enf. Obstetra). Mas o desejo de parir era tanto que eu queria sentir todas as dores, porque tinha convicção que elas eram minhas e de mais ninguém. Após ser levada para a sala de partos (horrorosa por sinal, RS.) recusei as instruções da enfermeira para ficar deitada naquela maca terrível, e durante as contrações a melhor posição era de quatro, RS. Recusei a epidural porque eu não queria perder a sensibilidade, queria estar no controle para sentir os puxos que indicariam a hora de fazer força. Meu GO, Dr. Manoel, sempre muito compreensivo, mesmo com as fragilidades do sistema, respeitou meus pedidos e deixou-me parir semi-deitada e não realizou a tão temida episiotomia. Meu amado esposo ficou o tempo todo ao meu lado me dando força. Graças a Deus consegui parir minha linda Clara e tive o períneo íntegro.